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Monitoramento como forma de minimizar impactos ambientais causados por BTEX em caso de vazamentos!

Sabe-se que tem crescido a preocupação com a potencial contaminação das águas subterrâneas por derramamento de combustíveis, fazendo com que diversas cidades do Brasil criem legislações específicas sobre o tema.

Quando ocorre um vazamento a partir de tanques subterrâneos, forças gravitacionais atuam direcionando o fluxo para as porções mais profundas do solo. Os hidrocarbonetos entram no subsolo como líquido de forma não aquosa, os chamados NAPL (Non-Aqueous Phase Liquids). Ele é dividido conforme sua densidade, sendo leve na fase não aquosa – compostos com densidade menor que a água (benzeno, tolueno, etilbenzeno, xilenos) e líquidos densos na fase não aquosa – compostos com densidade maior que a água.

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Desses compostos, os principais contaminantes capazes de causar grande impacto ao meio ambiente são o benzeno, tueleno, etilbenzeno e xileno – os BTEX. E como é de conhecimento, o benzeno é cancerígeno, os outros (tolueno, etilbenzeno, xilenos) são tóxicos.

Mas a gasolina precisa desses hidrocarbonetos, pois eles são usados para melhorar o desempenho do combustível e do motor.

Portanto, é preciso que se faça o monitoramento das águas subterrâneas periodicamente a fim de evitar complicações mais sérias com os possíveis vazamentos e consequentemente, a inibição da contaminação, da poluição ao meio ambiente, cumprindo as normas ambientais.

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